terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

TRIBUTO À ROSA LUXEMBURGO


No dia 15 de Janeiro de 1919 morriam assassinados pela polícia alemã Karl Libknecht e Rosa Luxemburgo, revolucionária fundadora do Partido Comunista Polonês e do Partido Comunista Alemão.

Teórica firme e original, Rosa atuou num momento complexo da história, marcado por grandes divergências e revoltas sociais. Nascida em Zamosc, na Polônia (na época ocupada pela Rússica Czarista), Rosa começa a sua atuação militante após terminar o ginásio, sendo que por causa de sua opção política vive em diversos países, como a Suiça, a França e a Alemanha.

Rosa destacou-se por sua grande capacidade intelectual e sua coragem, fundadora do Liga Spartacus, organização discidente do Partido Social-democrata Alemão (PSDA) uqe posteriormente transformaria-se no Partido Comunista Alemão, Rosa foi ao lado de Lenin, uma das mais ferozes combatentes do revisionismo e do oportunismo hegemônicos na II Internacional. Suas obras tem um valor histórico grande, boa parte das críticas se mostraram bem fundamentadas e apesar de parcela estar hoje superada, ainda continua válido o seu conteúdo histórico.

Apesar das grandes polêmicas entre Rosa e Lenin, este, jamais negou sua admiração, rendendo-lhe uma homenagem no discurso de abertura da Internacional Comunista (http://voz-vermelha.blogspot.com/2009/01/lnin-discurso-de-abertura-do-primeiro.html).

Exaltar a memória de Rosa não é apenas exaltar a memória de uma pessoa, mais sim, não deixar morrer as idéias de liberdade e justiça na construção da revolução socialista.

Entre as principais obras de Rosa Luxemburgo estão:

*1899 - Reforma ou Revolução
*1904 - Questões de organização da social-democracia russa
*1906 - Greve de massas, partido e sindicatos
*1913 - A acumulação do capital
*1918 - O que quer a Liga Spartacus?



Obras de Rosa Luxemburgo e Karl Libknetch em português: www.marxists.org/portuguese/index.htm


Rosa Luxemburgo errou...; ela errou...; ela errou...; ela errou...; ela errou...
Mas apesar de todos os seus erros ela foi e continua sendo uma águia.
Lenin, 1922

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